quarta-feira, 30 de março de 2016

Reflexões & Ações


Existem momentos para agir e outros para refletir. Na cirurgia plástica observamos algumas intervenções intempestivas ou exageradas. Às vezes, o mais difícil é não operar. Dizer não para um paciente pode ser frustante, no entanto pode ser fundamental. A indicação da cirurgia não é apenas clínica, mas também psicológica.
Com 20 anos de atuação na cirurgia plástica, observamos padrões comportamentais em vários grupos. Como a adolescente que quer colocar uma prótese mamária ou fazer uma lipoaspiração; ou uma senhora que quer retomar seu casamento fazendo algumas cirurgias. Ou ainda, os pacientes ex-obesos que fizeram a cirurgia bariátrica e mudaram completamente seu estilo de vida. São padrões comportamentais distintos, e cabe ao cirurgião diagnosticar as alterações, e operar ou não. 
Diante, das distintas possibilidades nas diversas atuações da cirurgia plástica, optamos por intervenções mais discretas, menos invasivas e pontuais (sem muitas cirurgias associadas). Na face, estamos na terceira geração da Ritidoplastia, com cicatrizes bem menores e recuperação mais rápida. Nos pacientes ex-obesos, fizemos um planejamento de 4 regiões bem definidas. No contorno corporal, acrescentamos a Lipoescultura com enxertia na região Glútea.
Desta forma, fazemos o papel de cirurgião plástico, não de esteticista ou dermatologista. Encaminhamos sempre para os melhores Dermatologistas os nossos pacientes para manutenção dos tratamentos, e temos muitos retornos dos mesmos. 
Assim, refletindo para uma melhor conduta, e atuando com a cirurgia mais sensata, obtemos os melhores resultados. Refletindo e agindo!

Isaac Furtado 
CRM 5243 RQE 1429

quinta-feira, 3 de março de 2016

CHRONOS

CHRONOS


Dormindo sobre uma tumba sepulcral,
ele a todos controla. De braços cruzados
e respiração compassada, observa.

Apenas, observa …
Os dias agitados e as longas noites insones,
As horas atropeladas e os minutos perdidos.
A vida do rebento e os derradeiros suspiros.

Mexer com o tempo ainda nos falta.
Acordá-lo do seu eterno meditar.
Suplicar por mais alguns segundos.

E assim, tudo segue o seu curso.
O rio de Heráclito, o espaço de Einstein,
e as dimensões curvas de Hawking.
Todos desejam seus segredos.

Chronos, passa a mão na longa barba
de crespos fios brancos e amarelados,
onde se esconde uma boca voraz.

Encostado em pálida lápide,
ele descansa. A tempos suas asas
de arcanjo maior não crispam no céu.
Pois, inimigos não existem mais.

A nós, resta somente admirá-lo.
Tecer versos de sua silenciosa epopeia,
sermos seus súditos impermanentes.

Isaac Furtado 

Arte Digital de Isaac Furtado


terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Estética e Paixão


A dificuldade em lidar com dois conceitos de caráter tão pessoal, como a estética e a paixão, é que torna este assunto tão fascinante. A importância da estética na investigação filosófica é compartilhada com a ética e a lógica, que caminham mais nos trilhos da razão. A origem grega aisthesis significa “percepção através dos sentidos e/ou dos sentimentos”. Logo, a beleza não é apenas a imagem impressa na retina, mas, elaborada e fixada de forma prazerosa, apaixonante, no córtex cerebral. A complexidade de enquadramento dos padrões de beleza é que, talvez, tenha retardado a criação do conceito “estética”. Que, só foi utilizado em 1750, pelo filósofo Alexander Baumgarten, ao nomear a obra Aesthetica, abordando a disciplina que procurava sistematizar as diversidades da beleza de forma racional. Thomas Mann, no livro “Morte em Veneza” falava que das quatro virtudes (bondade, beleza, sabedoria e verdade), onde, a única que era percebida por meio dos sentidos, era a beleza.
        O assunto é universal, impossível de não ser comentado por qualquer ser humano, independente de sua cultura, classe social, ou instrução. Mesmo com o conceito: “beleza não se discute”, não ficamos apáticos (ausentes de paixão), e ao comentarmos sobre a beleza existe sempre uma primeira impressão processada em nossa mente, que automaticamente responde: é belo, ou é feio. Mas, baseado em que experiência nós emitimos este comentário de forma tão imediata? Que necessidade temos de nos embelezarmos com os ternos Armani, usados pelos homens de negócio de Wall street , ou trajando apenas um estranho batoque labial, usado pelos índios Caiapós? Com piercings, tatuagens, pinturas de guerra, cosméticos e cirurgias plásticas? Desde quando o Homo sapiens admira suas obras rupestres e o seu semelhante? Será que este sentimento nos remete mais remotamente? Três milhões e meio de anos atrás, aos olhos de Lucy, que aceitava seu parceiro pela estrutura forte, proporcional e bela, com o intuito de perpetuar sua espécie. Assim, como fazem as aves com suas plumas coloridas, os alces com seus enormes chifres simétricos, para impressionar suas fêmeas. E desta forma, desde que foi desenvolvida a reprodução sexuada para multiplicação das espécies, a beleza é imprescindível e ligada a boa saúde de qualquer animal ou vegetal? Mas quando a paixão foi adicionada a este sentimento de atração física na evolução do homem?
Nos dias de hoje, aquilo que vemos no nosso semelhante não é apenas a ação da evolução das espécies, mas da nossa espécie capaz de realizar um face-lift, paralisar rugas de uma senhora de meia-idade, ou apenas na capacidade de apreciar a beleza do sorriso de um bebê, ou a serenidade nos cabelos muito brancos de nossas avós. Esta beleza, que nos afeta de maneira apaixonante, é antropológica e divina, é cultural e genética, é moderna e imemorial. Na mitologia Grega, Paris, no julgamento daquela que seria eleita a mais bela, abnegou o poder e a sabedoria oferecidos pelas concorrentes, elegendo Afrodite, que lhe prometera a mulher mais bela, Helena. E assim, foi a origem mítica da primeira guerra, Troia.


Lucy. Trabalho em acrílica e colagem. 140/120cm. Isaac Furtado

Segundo Baudelaire, a beleza tem sempre dois elementos, o eterno invariável, e o elemento circunstancial relativo, variando com a idade, a moda, a moral e as emoções. E sempre nos remetemos ao campo das paixões. Nietzsche, na obra O nascimento da tragédia, estabeleceu uma síntese sobre as belezas apolínea e dionisíaca, não as colocando como opostas, mas complementares. A beleza apolínea, geométrica e canônica, seria completada pela beleza dionisíaca, alegre, perigosa, diria até insana, e que foi oculta até a idade moderna. Onde a ideia de eternidade era uma potência criadora de beleza. Hegel, já falava que “o prazer com o belo é um deleite narcísico”. Mas, estar belo é estar em harmonia apenas na superfície, pois internamente nenhum ouro nos orna, não há brilho onde não há luz. A escuridão interior é inconsciente, nem feia nem bela, é um Hades a ser transposto por Orfeus em busca de sua paixão, sua beleza personificada na imagem de Eurídice. E esta viajem que muitos temem fazer, não apenas em busca do “self”, do resgate da sua beleza, materializada na busca da verdadeira paixão, do amor.
Kant, não reconhecia o belo como valor absoluto, para ele existiam dois tipos de sensações: a aisthesis e a estética. A sensação aisthesis é sensível, empírica, e objetiva (ligada ao objeto), ligada às coisas lógicas que formam um juízo determinante, com uma exigência de universalidade e de necessidade. E a sensação estética referente à ciência do belo, subjetiva, na fruição do prazer e desprazer, e ligada ao sujeito para formar um juízo estético/reflexivo sem interesse em sua função, onde um objeto é simplesmente belo. Ele classificou a beleza em natural e artística. A primeira sendo simplesmente a coisa bela, e a segunda uma bela representação de uma coisa( a obra de arte).
Longe do conceito de Platão e de Aristóteles, que consideravam a beleza proporcional a bondade, valorizando a contemplação da natureza e tendo a sabedoria como forma mais sublime da beleza, hoje cuidamos muito da estética, mas, sem questionar seu valor real, seja numa visão cosmológica ou antropológica.
Existem muitos prismas para definir o belo (semântico, psicológico, metafísico, ético, axiológico). Porém, é esta retórica bela e apaixonante, com múltiplas definições que nos faz esquecer do seu oposto, a feldade. E como diria um cearense legítimo “Oh bicho feio!”, na sua mais espontânea exclamação diante de alguém desprovido daquilo que temos como beleza. Nos causando repulsa. O termo “feiura” em latim foeditas, que quer dizer “sujeira”, “vergonha”. Em francês, laideur vem do verbo laedere, que significa “ferir. E Hässlichkeit, em alemão deriva de Hass, que significa ”ódio”. Apetite irascível, segundo Tomás de Aquino, que remete ao oposto do amor, assim como a fuga e o desejo, a tristeza e o prazer. Esta incompletude é cada vez mais notada pela exposição na mídia de modelos com seus rostos e corpos esguios que moldam os padrões de beleza. E aos mortais que serão devorados por Cronos inevitavelmente, e se sentem inferiorizados, cabe apenas a busca ao consumo capitalista para embelezar seu corpo externamente, buscando a mudança do contorno corporal desenfreadamente em academias de ginástica, ou no bisturi dos cirurgiões plásticos. Mas qual o limite da beleza? Que mal existe em quer melhorar sua imagem, sua autoestima? Até onde nossas imperfeições nos tornam culpados? Onde se encontra a identidade de alguém após um transplante de face? Qual o limite da nossa paixão pela estética? 

Isaac Furtado
Artigo publicado no Jornal Gazeta do Centro-Oeste, 19/04/11    

              


Bibliografia:

  1. A Lei do mais belo: A ciência da beleza. Nancy Etcoff. 1999
  2. A História da Beleza. Umberto Eco. 2004

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

O artista e o cirurgião



Acredito que todos tenham o seu talento pessoal, ou algo próprio a transmitir. O meu, desde cedo, já descobri nas artes visuais. Gosto muito de dizer: sou artista e estou cirurgião plástico. Pois quando decidi fazer medicina, já sabia que o meu lugar era na cirurgia plástica. Na escola do Prof. Ivo Pitanguy encontrei a minha maior inspiração, com aquele que não ensinava apenas técnicas, mas transmitia a sua filosofia. Lá passei três anos como residente e também realizando os desenhos de técnicas e cirurgias que o professor me solicitava. Aquarelas que fazia com muito gosto, que também me ensinavam a compreender melhor as cirurgias. Para fazer esse serviço, tinha uma bolsa da PUC que muito me ajudou. Hoje, em Fortaleza, sigo o meu caminho me dedicando a cirurgia e sempre que possível às artes. Nossa especialidade demanda muita atenção, mas não abandono meu lado artista, pois, acima de tudo, os dois são trabalhos perfeccionistas.

O homem deve parar e repensar o seu cotidiano, para não entrar na rotina esquecendo o objetivo da vida. Sempre na busca da realização pessoal e da felicidade. Todos devem procurar o seu dom, na música, na dança, na poesia, nas artes plásticas, no teatro ou na oratória. Afinal são nove as musas inspiradoras da mitologia grega, você deve se afeiçoar a uma delas. E desenvolver uma atividade paralela que irá lhe enobrecer. Nós médicos, nos tornamos muito técnicos e pouco humanos. As artes nos sensibilizam para os pequenos detalhes e as coisas simples da vida. Pretendo seguir na minha estrada, revezando entre o pincel e o bisturi. Pois, nos dois existe a criação, em aquarelas ou Mamoplastias; em telas à óleo ou Rinoplastias.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016


SUSPIROS 

A perfeição não existe, somente suspiros.
Como o véu da cortina a balançar com a brisa.
O velho torso repousando sobre a mesa.
A nudez cálida da modelo mostrando-se
pouco a pouco, sem igual.

O mármore de tez pálida, querendo
mais e mais ser imortal.
A argila ainda úmida,
revelando traços do artista,
sua cativa e única digital.

O molde de gesso já trincado,
imperfeito e frágil como nós.
Os que não apenas respiram,
mas anseiam por mais,e por fim, 
realizados suspiram.


Foto do filme O artista e a modelo, 2013.
Poesia: Isaac Furtado

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Entrevista com Isaac Furtado sobre cirurgia plástica, arte e saúde.





Como surgiu o interesse pela cirurgia plástica?

Quando decidi fazer medicina já estava pensando na cirurgia plástica. Como artista plástico me agrada muito a ideia de construir o belo.

A quê o senhor atribui o sucesso e o respeito da sociedade com o seu trabalho?
Acredito que a dedicação, a habilidade manual e a seriedade são fundamentais.

Quais as principais dificuldades encontradas desde sua formação até hoje no âmbito profissional?
Entender que existem limitações em alguns resultados. Pois, conforme diz o Prof. Ivo Pitanguy “ o cirurgião, diferentemente do artista plástico, é escravo da anatomia.”

De que maneira avalia o atual mercado de cirurgias plásticas? O senhor acha que a excessiva popularização do segmento é um risco à área?A popularização da cirurgia plástica é consequência dos bons resultados. Já o mercado atual está muito modificado por práticas antiéticas de alguns cirurgiões ( como exposição de fotos de pacientes e muita autopromoção, o que é proibido pelo Conselho Federal de Medicina).

Profissionalmente falando, quais os próximos passos na sua carreira médica?

Esse ano estou completando 20 anos de cirurgia plástica. E ano que vem pretendo construir uma clínica, com uma equipe integrada em prol do bem estar e da beleza.

Se tivesse que arriscar uma resposta, como o senhor acha que estará o mercado de cirurgia plástica daqui a 10 anos? Alguma revolução poderá ser vista em 2025?Como pessoa, qual sua expectativa para a próxima década?A cirurgia estética é um mercado para poucos, e os resultados são lentos. É como o mercado de luxo, acredito que em 10 anos vai melhorar. Acredito que vai surgir muita coisa boa para cicatrização, decorrente de manipulação genética e nanotecnologia. Com relação as técnicas cirúrgicas apenas alguns aperfeiçoamentos e cicatrizes menores.

Parte considerável da classe médica critica de forma veemente o programa “Mais Médicos”. Qual sua avaliação sobre o tema?O médico tem que ter uma boa formação e muitas universidades não oferecem isso. Estando formado, todos procuram um bom salário e condições de trabalho razoáveis. Muitos locais do programa Mais Médicos não oferecem isso. Hoje, a maioria dos brasileiros inscritos no primeiro ano já abandonaram o programa. É uma ajuda muita paliativa.

Qual sua sugestão para uma melhoria do funcionamento da saúde pública no País?
Mais educação e menos corrupção.



O senhor integra o seleto grupo de médicos que estudaram com o professor Ivo Pitanguy. Como define a importância dele em sua carreira?
Não sei como teria sido minha formação e se eu não tivesse participado dessa escola. A filosofia do Professor Pitanguy foi um marco na minha carreira.


Sobre sua veia artística, como teve início?
Desde criança já venho pintando. É um dom que sempre me acompanhou e me ajuda na cirurgia plástica na avaliação de simetria, harmonia e proporção.


Quais artistas mais influenciaram na sua forma de se expressar?
Artistas locais eu citaria: Descartes Gadelha e Antônio Bandeira. Internacionais são muitos! Dos renascentistas, barrocos e impressionistas.


Qual o planejamento a médio prazo para sua carreira artística?
Todo ano faço uma exposição. Além dos livros de poesia. Agora como membro da Academia Cearense de Médicos Escritores, sinto-me na obrigação de divulgar mais ainda nossa cultura.


Como o senhor cuida do corpo, da saúde e da aparência? É um homem vaidoso?
Tudo na medida certa. Mantenho meu peso há mais de 15 anos. Faço atividades aeróbicas, como caminhadas e os Ritos Tibetanos, que oferecem um excelente alongamento e meditação. Vivo na “fogueira das vaidades”, mas procuro não me queimar. A vaidade tem seu ponto de equilíbrio.


De que maneira administra o tempo entre o trabalho e a família?
Faço muitas coisas durante o dia, entre cirurgias, consultório, artes visuais, literatura e família. A ordem dessas atividades altera muito.


Qual seu tipo de música preferida?
Gosto muito de jazz e bossa nova.


O que curte fazer nas horas vagas?
Tomar um bom vinho harmonizado com a gastronomia. Claro, na companhia da minha mulher.


Para finalizar, se pudesse mudar algo no mundo, o que seria?
A solução para tudo está no autoconhecimento, que alcançado através da cultura e da aceitação da nossa impermanência. Temos que aproveitar cada momento, pois, como dizia Horácio: “Carpe diem!”

Entrevista para Coluna Frisson: http://cnews.com.br/frisson/entretenimento/92752/isaac_furtado



segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Equipe médica na cirurgia plástica

A equipe médica é fundamental para uma boa conduta e resolução de uma cirurgia. Os profissionais A equipe médica é fundamental para uma boa conduta e resolução de uma cirurgia. Os profissionais necessários não são apenas médicos. Na cirurgia é necessário a presença da Instrumentadora, aquela que organiza a mesa e os instrumentos cirúrgicos, além de entregar na mão do cirurgião todas as peças necessárias para agilizar o tempo cirúrgico. No pós-operatório, a Fisioterapeuta tem um papel fundamental na drenagem linfática de cirurgias como a Ritidoplastia e a Lipoaspiração.

O anestesiologista é o médico de presença indispensável em qualquer cirurgia, seja ela com anestesia local ou geral. A função dele não é apenas de tirar a dor, mas de tranquilizar o paciente nos momentos que antecedem a cirurgia e logo depois. A cirurgia só começa após a avaliação pre-anestésica, onde são vistos os exames e é feito um exame físico dirigido. O anestesista tem que ter um bom diálogo com o cirurgião, observando os tempos da cirurgia.

O auxiliar do cirurgião é outra pessoa fundamental, que precisa de uma boa sintonia com o mesmo. O ato cirúrgico envolve uma rotina de check-list, como um avião antes de decolar, muitos cuidados são necessários antes e durante a cirurgia. Como a colocação dos campos cirúrgicos, a infiltração do anestésico, a ajuda no curativo, todos passos fundamentais.

Finalmente, a figura do cirurgião, aquele responsável por tudo, que precisa ter liderança sem arrogância, diligência sem pressa, perfeccionismo e arte. A formação do cirurgião é complexa, e além do tempo, é necessário uma eterna atualização. Com a crítica de que, nem toda novidade significa que será boa ou melhor do que já vinha se fazendo. Cabe ao cirurgião o planejamento de toda cirurgia, e o acompanhamento do pós-operatório, que termina em torno de um ano. Portanto, a equipe médica na cirurgia plástica tem uma cumplicidade, onde o paciente é o mais importante, visando sempre a sua satisfação. E, mesmo sabendo que a beleza não é imortal, ela é muito importante.

Da esquerda para direita: Dr. Gregório Vasconcelos (anestesiologista), Dr. Russen Moreira Conrado (cirurgião plástico), Dr. Isaac Furtado (cirurgião plástico chefe), Dr. Dalvo Maia Neto (cirurgião plástico), Marinez Amorim (instrumentadora) e Dr. Cícero Ivan (anestesiologista).